Você já parou para pensar quanto custa manter o sindicato?

Associe-se e participe das luta da categoria

05/03/2018

 Você já parou para pensar quanto custa manter o sindicato?A estrutura sindical atende diversas áreas, que são comple­mentares para o bem-estar, proteção e valorização da categoria e de seus familiares.

Por exemplo: com a reforma trabalhista, a rescisão do contra­to de trabalho se tornou vital para o trabalhador, uma vez que o acesso à Justiça está mais difícil. O sindicato oferece assessoria qualificada, que verifica se o empregado está recebendo todos os seus direitos, para que não precise, no futuro, recorrer ao judiciário. Caso o trabalhador esteja sendo prejudicado, a assessoria jurídica do sindicato fornece todo o suporte tanto em questões individuais quanto coletivas.

Na hora de negociar direitos durante a Campanha Salarial, os dirigentes sindicais recebem orientação e apoio de advogados e economistas. Os argumentos colocados nas mesas de negocia­ções são embasados tecnicamente.
Por meio da assessoria econômica do Dieese, o sindicato tem acesso a dados precisos sobre a categoria e a produção e pode discutir de igual para igual com os patrões. Outros setores que abrangem a estrutura sindical são as sedes campestres, colônias de férias, assistência médica e odontológica, cursos e atendimentos diferenciados, com preços acessíveis.

Mas manter tudo isso tem um custo. Para que as entidades continuem fortes e ofereçam a mesma assistência que disponibilizam hoje, a partir de agora, precisarão contar exclusivamente com a sustentação dos trabalhadores.

Mas manter tudo isso tem um custo. Para que as entidades continuem fortes e ofereçam a mesma assistência que disponibilizam hoje, a partir de agora, precisarão contar exclusivamente com a sustentação dos trabalhadores.

Todos somos responsáveis por defender nossos interesses

Os direitos conquistados atingem TODA a categoria. Sem sindicato, as negociações serão pulveri­zadas e individuais. Os patrões têm lado, e não é o do trabalhador. Eles estão juntos para defender os seus interesses e é isso que devemos fazer também.
Não são só os trabalhadores que possuem sindica­tos. Para cada categoria também existe um sindicato patronal, bem organizado, forte e com dinheiro.

Para mantermos a nossa independência, precisamos ser sustentáveis financeiramente e essa sustentação tem que ser feita pelos trabalhadores. Nós temos lado!
Se todos contribuírem um pouco, a carga não fi­cará pesada para ninguém. Não são apenas os sócios que devem manter o sindicato, uma vez que os direitos conquistados se estendem para todos os trabalhadores da categoria. Esta consciência preci­sa ser de cada trabalhador e trabalhadora. Se não nos unirmos, ficaremos em desvantagem!

Vivemos um novo momento no Brasil. O país mudou, as leis mudaram e a única coisa que sabemos é que a classe trabalhadora precisa se unir nestes tempos sombrios. Sozinho ninguém vai conseguir nada; pelo contrário, corremos o risco de perder o que conquistamos com muito suor e luta.

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