Indústria gaúcha está longe do pico histórico, mas ainda mais distante do fundo do poço

Segmento que mais se acelerou até julho foi o de veículos, reboques e carrocerias

11/09/2019

 O ano tem sido de sobe-e-desce para a indústria gaúcha, mas tanto da perspectiva de tempo quanto da setorial, o balanço é positivo. Nos sete primeiros meses do ano, a produção acumula alta de 6,9%, enquanto nos últimos 12 meses chega a 8,4%.

A queda de 2,4% em julho, na comparação com o mês anterior, é mais um desses sobressaltos. Em relação a julho de 2018, avançou 1,8%. No mês, o resultado negativo foi puxado por maus desempenhos em metalurgia e máquinas e equipamentos. Mas é o extraordinário desempenho do segmento de veículos, reboques e carrocerias que segura a gangorra no território positivo. Mesmo os números mais robustos de reação ainda estão longe de uma recuperação sólida em relação aos meses de recessão e estagnação.

A distância em relação ao pico histórico, atingido em outubro de 2013, ainda é de 13,9%. Mas também está 20% acima do fundo do poço, que no caso da indústria gaúcha ocorreu em maio de 2018 – não por acaso, o mês da greve dos caminheiros. Ou seja, tem caminho a percorrer, mas a trajetória já começou.

Fonte: Gaúcha ZH

Compartilhar

Veja também

Metalúrgicos de Porto Alegre vão recuperar as perdas salariais ainda neste semestre

Dia de Protesto contra o Pacote de Maldades de Cunha e Cia

Sindicato entrega doações da Campanha do Agasalho dos Metalúrgicos para comunidade em Gravataí

As mais de duas mil famílias do bairro, que fica em uma área isolada da cidade, sofrem com a falta de infraestrutura e cuidado por parte do poder público.