IBGE: indústria cresce no primeiro bimestre em nove dos 14 locais pesquisados

RS é um dos sete estados que tiveram crescimento acima da média nacional

08/04/2014

A expansão acumulada de 1,3% na produção industrial brasileira nos dois primeiros meses do em comparação com o mesmo período do ano passado reflete resultados positivos em nove dos 14 locais pesquisados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Desses nove, sete cresceram acima da média nacional (1,3%): Pernambuco (8,3%), Amazonas (6,0%), a Região Nordeste, que como um todo cresceu 2,9%, Pará (2,7%), Minas Gerais (2,5%), Paraná (2,3%) e Rio Grande do Sul (2%). Outros dois estados, embora tenham fechado o bimestre com taxas positivas, cresceram abaixo da média nacional: Santa Catarina (1,1%) e Ceará (0,8%).

As quedas mais acentuadas foram verificadas em São Paulo – maior parque fabril do país, com queda na produção industrial acumulada de janeiro a fevereiro de 2,4%; e no Rio de Janeiro e Espírito Santo, ambos com variação de -2,2%.

Nesses dois estados, segundo o IBGE, os resultados refletem especialmente a menor produção dos setores de veículos automotores, refino de petróleo e produção de álcool, outros produtos químicos, edição, impressão e reprodução de gravações e produtos de metal, no caso do Rio de Janeiro; e de farmacêutica, indústrias extrativas, edição, impressão e reprodução de gravações, metalurgia básica e de veículos automotores, no segundo; e de indústrias extrativas, no Espírito Santo. Aparecem, ainda, com resultados negativos Goiás (-0,8%) e Bahia (-0,1%)

Agência Brasil

Compartilhar

Veja também

CUT estuda medidas para impedir limite no atendimento dos planos de saúde

Superior Tribunal de Justiça decidiu que empresas de plano de saúde não precisam dar o atendimento prescrito se o mesmo não estiver na lista da Agência Nacional de Saúde. Decisão afeta 49 milhões de usuários

Ocupa Brasília: Sindicato dos Metalúrgicos de Porto Alegre estará presente

Desigualdade: Alimentação pesa três vezes mais no orçamento dos pobres, diz IBGE