Um dos objetivoe é conquistar mais representação da Classe Trabalhadora no Congresso
19/08/2014

Prevendo a polarização da campanha entre Dilma Rousseff (PT) e um dos outros dois candidartos da oposição – Aécio Neves (PSDB) e Marina Silva (substituta de Eduardo Campos, do PSB, vitimado por um acidente aeroviário na semana passada), a Central Única dos Trabalhadores (CUT) pretende promover debates destinados a apresentar as diferenças entre os projetos políticos.
A central vê na candidatura tucana a possibilidade de um retrocesso na questão dos direitos dos trabalhadores. Quanto à Marina, embora digam que ela pode ser uma alternativa à polarização entre PT e PSDB, na verdade pode ser a chamada “linha auxiliar tucana”, pois continuará bem mais próxima do ideário tucano do que de seu passado petista; atendendo o desejo do PSDB, na frente política, de tirar o PT do poder, além de preencher a área econômica com seus quadros.
Em recente entrevista à Agência Sindical, o secretário-geral da CUT, Sérgio Nobre, disse: “É forte entre os companheiros a consciência de que devemos avançar, impedindo o retrocesso e o retorno do passado neoliberal de desemprego e arrocho.”
De acordo com números apresentados durante o encontro, na Câmara atuam 72 parlamentares identificados com as causas dos trabalhadores. O número de representantes ligados ao empresariado chega a 273.