CNM/CUT participa de atos do 8 de janeiro em defesa da democracia

Sindicato se uniu a movimentos sociais que ocuparam as ruas para relembrar a tentativa de golpe de estado no início do ano passado

Os metalúrgicos e metalúrgicas CUTistas estiveram presentes nos atos em defesa da democracia que ocuparam as ruas brasileiras nesta segunda-feira, 8 de janeiro. A data marca um ano da tentativa frustrada de militantes de extrema direita, apoiadores do ex-presidente inelegível Jair Bolsonaro, de dar um golpe de Estado.

Há um ano, os golpistas invadiram e depredaram os prédios dos Três Poderes, em Brasília, destruindo de forma bárbara vários bens públicos. Desde então, mais de mil golpistas foram detidos, alguns ainda estão ainda na cadeia e as investigações da polícia e do judiciário estão em curso para punir os mentores e insufladores do movimento antidemocrático.

Presente nos atos, o presidente da CNM/CUT, Loricardo de Oliveira, afirma que a data é importante para a classe trabalhadora pois a luta dos trabalhadores foi fundamental para defesa da democracia em momentos decisivos da história do país.

“O golpe de estado que se pretendia dar em 8 de janeiro de 2023 foi derrotado pela expertise brasileira na defesa da democracia e os trabalhadores são parte importante disso. E é por este motivo que a CNM/CUT está nas ruas e olhando o futuro, olhando os direitos, o trabalho, a renda, o emprego e tudo isso só virá com a participação dos trabalhadores na sociedade, no governo, na defesa das instituições democráticas”, disse o dirigente.

Democratas pelo Brasil

As manifestações começaram nas primeiras horas do dia em cidades como Salvador, Campina Grande, João Pessoa, Fortaleza, Recife e Brasília. Na capital federal, os manifestantes acompanharam o ato oficial conjunto dos três poderes, que contou com a presença dos principais líderes do país.

Mais tarde, cidades como São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Goiânia e Belo Horizonte marcaram seus atos por volta das 17h. Muitas entidades se engajaram na luta pela democracia. Entre elas, a Central de Movimentos Populares (CMP), as frentes Povo sem Medo e Brasil Popular, além da União Nacional dos Estudantes (UNE) e organizações sindicais.

Escrito por: Redação CNM/CUT, com informações da Rede Brasil Atual

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